Câmera de ré: o que avaliar antes de comprar
Veja os principais pontos para escolher o modelo ideal para o seu veículo.
Resolução importa, mas não é tudo
Uma câmera de ré HD já resolve 90% do dia a dia: dá para ver o muro, o meio-fio e a bicicleta que apareceu na retaguarda. O que separa uma câmera boa de uma mediana está em outros detalhes: qualidade do sensor em ambientes de pouca luz, ângulo de visão e resistência à água.
Prefira sensores com boa performance noturna (alguns têm LEDs infravermelhos) e vedação mínima IP67 — a câmera fica no para-choque e leva chuva, lama e lavagem de pressão.
Linhas guias e compatibilidade com a central
As linhas guias sobrepostas à imagem ajudam a estimar distância e são indispensáveis para quem não está acostumado a estacionar com câmera. Verifique se o modelo oferece a opção de ligar/desligar.
No lado da tela, a câmera precisa ser compatível com a sua central multimídia (entrada de câmera dedicada) ou vir com um monitor próprio. Se sua central é Android, a entrada AV padrão funciona com quase todas as câmeras do mercado.
A instalação certa evita dor de cabeça
O ponto crítico é o passamento do cabo da tampa traseira até a central — quando feito por fora, com fios expostos, vira ponto de oxidação e ruído na imagem. Com nosso parceiro em Anápolis a instalação é embutida, com chicote protegido e testes de imagem em marcha ré.
Vale combinar a câmera com sensores de estacionamento: a câmera mostra, o sensor avisa. Juntos, reduzem muito o risco de pequenas colisões no dia a dia.
Pronto para colocar em prática?
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